2017 foi o pior para o leite em 12 anos

25-01-2018 10:44
                                    
                                                                      Foto: Ilustrativa
Uma pesquisa realizada pela Universidade de Passo Fundo (UPF) indica que 2017 foi o pior período para o setor lácteo gaúcho nos últimos 12 anos. O estudo mostra que o ano fechou com uma queda de -7,64% no valor de referência. 
 
O estudo foi apresentado durante reunião do Conseleite, na última terça-feira (23/01). No encontro foi divulgado o levantamento sobre o preço de referência do leite para janeiro. O valor ficou 1,68% abaixo do consolidado em dezembro de 2017, registrando R$ 0,9079. 
 
A reunião também conduziu o secretário geral da Fetag, Pedrinho Signori, à presidência do Conselho no biênio 2018/2019, tendo o atual presidente Alexandre Guerra, como vice-presidente no primeiro ano. Em 2019 as posições são invertidas.
 
A avaliação é de que os números refletem a sazonalidade da safra junto com uma variação negativa do mercado. Também refletem a venda de leite ao governo dentro do Programa de Garantia de Preço Mínimo (PGPM), gerando impacto no valor do leite em pó. 
 
O professor da UPF, Eduardo Finamore, vê uma tendência recuperação gradual do valor de referência da matéria-prima no longo prazo.
 
Informações: Assessoria de Imprensa do Sindilat/RS
Pesquisa realizada pela UPF indica que 2017 foi o pior período para o setor lácteo gaúcho nos últimos 12 anos. O estudo mostra que o ano fechou com uma queda de -7,64% no valor de referência. O estudo foi apresentado durante reunião do Conseleite, nesta terça-feira, dia 23. No encontro foi divulgado o levantamento sobre o preço de referência do leite para janeiro.  O valor ficou 1,68% abaixo do consolidado em dezembro de 2017, registrando R$ 0,9079. A reunião também conduziu o secretário geral da Fetag, Pedrinho Signori, à presidência do Conselho no biênio 2018/2019, tendo o atual presidente Alexandre Guerra, como vice-presidente no primeiro ano. Em 2019 as posições são invertidas.
A avaliação é de que os números refletem a sazonalidade da safra junto com uma variação negativa do mercado. Também refletem a venda de leite ao governo dentro do Programa de Garantia de Preço Mínimo (PGPM), gerando impacto no valor do leite em pó. O professor da UPF, Eduardo Finamore, vê uma tendência recuperação gradual do valor de referência da matéria-prima no longo prazo.
 
(Com informações da Assessoria de Imprensa do Sindilat/RS)